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Esomeprazol Kiddir MG

Substância ativa: Esomeprazol
Forma farmacêutica: Cápsula gastrorresistente 40 mg
Fonte: Folheto informativo oficial (INFARMED / INFOMED)

Folheto informativo: Informação para o doente

Esomeprazol Kiddir 20 mg cápsulas gastrorresistentes Esomeprazol Kiddir 40 mg cápsulas gastrorresistentes esomeprazol

Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento, pois contém informação importante para si. – Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente. – Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico. – Este medicamento foi receitado apenas para si. Não deve dá-lo a outros. O medicamento pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sinais de doença. – Se tiver quaisquer efeitos indesejáveis, incluindo possíveis efeitos indesejáveis não indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Ver secção 4.

O que contém este folheto:

1. O que é Esomeprazol Kiddir e para que é utilizado

2. O que precisa de saber antes de tomar Esomeprazol Kiddir

3. Como tomar Esomeprazol Kiddir

4. Efeitos indesejáveis possíveis

5. Como conservar Esomeprazol Kiddir

6. Conteúdo da embalagem e outras informações

1. O que é Esomeprazol Kiddir e para que é utilizado

Esomeprazol Kiddir contém um medicamento designado por esomeprazol. O esomeprazol pertence a um grupo de medicamentos chamados “inibidores da bomba de protões”. Estes medicamentos atuam reduzindo a quantidade de ácido produzido pelo seu estômago.

Esomeprazol Kiddir é utilizado para tratar as seguintes condições:

Adultos – "Doença do refluxo gastroesofágico" (DRGE). Isto acontece quando o ácido escapa do estômago e atinge o esófago (o tubo que liga a garganta ao estômago), causando dor, inflamação e azia. – Úlceras no estômago ou na parte superior do intestino infetadas por uma bactéria denominada por "Helicobacter pylori". Se tem esta condição, o seu médico poderá também receitar antibióticos para tratar a infeção e permitir curar a úlcera. – Úlceras do estômago causadas por medicamentos designados por AINEs (Medicamentos Anti- Inflamatórios Não Esteroides). Esomeprazol Kiddir pode também ser utilizado para impedir a formação de úlceras do estômago se estiver a tomar AINEs. – Excesso de ácido no estômago causado por um crescimento do pâncreas (síndrome de Zollinger- Ellison). – Tratamento prolongado após prevenção de recidiva hemorrágica de úlceras com esomeprazol intravenoso.

Adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos – "Doença do refluxo gastroesofágico" (DRGE). Isto acontece quando o ácido escapa do estômago e atinge o esófago (o tubo que liga a garganta ao estômago), causando dor, inflamação e azia. – Úlceras no estômago ou na parte superior do intestino infetadas por uma bactéria denominada por "Helicobacter pylori". Se tem esta condição, o seu médico poderá também receitar antibióticos para tratar a infeção e permitir curar a úlcera.

2. O que precisa de saber antes de tomar Esomeprazol Kiddir

Não tome Esomeprazol Kiddir – Se tem alergia ao esomeprazol ou a qualquer outro componente deste medicamento (indicados na secção 6) – Se tem alergia a medicamentos que contenham outros inibidores da bomba de protões (por exemplo, pantoprazol, lansoprazol, rabeprazol ou omeprazol). – Se estiver a tomar um medicamento que contenha nelfinavir (utilizado para tratar a infeção pelo VIH).

Não tome Esomeprazol Kiddir se alguma das condições acima descritas se aplicar a si. Se não tiver a certeza, fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Esomeprazol Kiddir.

Advertências e precauções

Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Esomeprazol Kiddir: – se tem problemas hepáticos graves. – se tem problemas renais graves. – se já teve uma reação cutânea após tratamento com um medicamento semelhante a Esomeprazol Kiddir que reduza a acidez no estômago. – se está prestes a fazer uma análise específica ao sangue (Cromogranina A).

Esomeprazol Kiddir poderá esconder os sintomas de outras doenças. Por conseguinte, se alguma das situações seguintes lhe acontecer antes de começar a tomar Esomeprazol Kiddir ou enquanto o tomar, deve falar com o seu médico imediatamente: – perde muito peso sem razão aparente e tem problemas em engolir. – tem dores de estômago ou indigestão. – começa a vomitar alimentos ou sangue. – tem fezes negras (fezes manchadas de sangue).

Se lhe foi prescrito Esomeprazol Kiddir “de recurso”, deve contactar o seu médico se os sintomas forem persistentes ou se se alterarem.

Tomar um inibidor da bomba de protões como Esomeprazol Kiddir, especialmente durante um período superior a um ano, pode aumentar ligeiramente o risco de fratura da anca, punho ou coluna vertebral. Informe o seu médico se tem osteoporose ou se está a tomar corticosteroides (que podem aumentar o risco de osteoporose).

Erupções cutâneas e sintomas da pele Se tiver uma erupção cutânea, especialmente em áreas da pele expostas ao sol, informe o seu médico o mais rapidamente possível, dado que poderá ter de interromper o tratamento com Esomeprazol Kiddir.

Não se esqueça de mencionar também quaisquer outros efeitos adversos, como dores nas articulações.

Ocorreram erupções cutâneas graves em doentes a tomar esomeprazol (ver também secção 4). A erupção cutânea pode envolver úlceras na boca, garganta, nariz, órgãos genitais e conjuntivite (olhos vermelhos e inchados). Estas erupções cutâneas graves surgem, frequentemente, após sintomas semelhantes aos da gripe, como febre, dores de cabeça e dores no corpo. A erupção cutânea pode cobrir grandes partes do corpo com bolhas e descamação da pele. Se, em qualquer altura durante o tratamento (mesmo após várias semanas), desenvolver uma erupção cutânea ou qualquer um destes sintomas cutâneos, pare de tomar este medicamento e contacte imediatamente o seu médico.

Outros medicamentos e Esomeprazol Kiddir

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos. Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica. Isto porque Esomeprazol Kiddir pode afetar a forma como alguns medicamentos atuam e alguns medicamentos podem ter um efeito em Esomeprazol Kiddir.

Não tome as cápsulas de Esomeprazol Kiddir se estiver a tomar um medicamento que contenha nelfinavir (utilizado para tratar a infeção pelo VIH).

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos: – Atazanavir (utilizado no tratamento da infeção pelo VIH). – Clopidogrel (utilizado para prevenir coágulos no sangue). – Cetoconazol, itraconazol ou voriconazol (usados no tratamento de infeções causadas por um fungo). – Erlotinib (usado no tratamento do cancro). – Citalopram, imipramina ou clomipramina (usados para o tratamento da depressão). – Diazepam (usado no tratamento da ansiedade, como relaxante muscular ou da epilepsia). – Fenitoína (usada no tratamento da epilepsia). Se estiver a tomar fenitoína, o seu médico irá necessitar de o monitorizar quando iniciar ou parar de tomar Esomeprazol Kiddir. – Medicamentos que são usados para diluir o seu sangue, como a varfarina. O seu médico pode necessitar de o monitorizar quando iniciar ou terminar de tomar Esomeprazol Kiddir. – Cilostazol (usado para tratar a claudicação intermitente – uma dor nas suas pernas quando anda e que é provocada por um fornecimento insuficiente de sangue). – Cisaprida (usada para a indigestão e azia). – Digoxina (usado para problemas de coração). – Tacrolímus (transplante de órgãos). – Metotrexato (um medicamento para quimioterapia usado em doses elevadas no tratamento do cancro) – se estiver a tomar uma dose elevada de metotrexato, o seu médico poderá parar temporariamente o seu tratamento com Esomeprazol Kiddir. – Rifampicina (utilizada no tratamento da tuberculose). – Hipericão (Hypericum perforatum) (usado no tratamento da depressão)

Se o seu médico lhe tiver prescrito os antibióticos amoxicilina e claritromicina, bem como Esomeprazol Kiddir para tratar úlceras causadas pela infeção por Helicobacter pylori, é muito importante que informe o seu médico de outros medicamentos que esteja a tomar.

Esomeprazol Kiddir com alimentos e bebidas Pode tomar as suas cápsulas com alimentos ou com o estômago vazio.

Gravidez, amamentação e fertilidade Se está grávida, se pensa estar grávida ou planeia engravidar, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento. O seu médico irá decidir se poderá tomar Esomeprazol Kiddir durante este período. Não se sabe se Esomeprazol Kiddir passa para o leite materno. Como tal, não deve tomar Esomeprazol Kiddir se estiver a amamentar.

Condução de veículos e utilização de máquinas Não é provável que Esomeprazol Kiddir afete a sua capacidade para conduzir e usar ferramentas e máquinas. No entanto, podem ocorrer pouco frequentemente ou raramente efeitos indesejáveis, como tonturas e visão turva (ver secção 4). Se afetado, não deve conduzir ou utilizar máquinas.

Esomeprazol Kiddir contém sacarose Esomeprazol Kiddir contém esferas de açúcar, que contêm sacarose, um tipo de açúcar. Se foi informado pelo seu médico que tem intolerância a alguns açúcares, contacte-o antes de tomar este medicamento.

Esomeprazol Kiddir contém sódio Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por cápsula, ou seja, é praticamente “isento de sódio”.

3. Como tomar Esomeprazol Kiddir

Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico ou farmacêutico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas. – Se estiver a tomar este medicamento há muito tempo, o seu médico irá querer monitorizá-lo (particularmente se o estiver a tomar há mais de um ano). – Se o seu médico lhe disse para tomar este medicamento como e quando precisar dele, informe o seu médico se os seus sintomas se alterarem.

Que quantidade tomar – O seu médico dir-lhe-á quantas cápsulas tomar e por quanto tempo as deve tomar. Isto dependerá do seu estado de saúde, da sua idade e de como funciona o seu fígado. – As doses recomendadas são indicadas em baixo.

Utilização em adultos com idade igual ou superior a 18 anos

Para tratar a azia causada pela doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): – Se o seu médico detetou que o seu tubo digestivo (esófago) está ligeiramente danificado, a dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 40 mg, uma vez por dia, durante 4 semanas. O seu médico poderá dizer-lhe para tomar a mesma dose por mais 4 semanas se o seu esófago ainda não estiver curado. – A dose recomendada após a cicatrização do esófago é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, uma vez por dia. – Se o seu esófago não estiver com lesões, a dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, por dia. Assim que a sua condição estar controlada, o seu médico poderá aconselhá- lo a tomar o medicamento como e quando necessário, até uma dose máxima de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg por dia. – Se tiver problemas graves de fígado, o seu médico poderá receitar-lhe uma dose mais baixa.

Para tratar úlceras causadas por infeção por Helicobacter pylori e para impedir que estas reapareçam: – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, duas vezes por dia, durante uma semana. – O seu médico também lhe dirá para tomar antibióticos como, por exemplo, amoxicilina e claritromicina.

Para tratar úlceras do estômago causadas por AINEs (Medicamentos Anti-Inflamatórios Não Esteroides). – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, uma vez por dia, durante 4 a 8 semanas.

Para prevenir úlceras do estômago se estiver a tomar AINEs (Medicamentos Anti-Inflamatórios Não Esteroides): – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, uma vez por dia.

Para tratar o excesso de ácido no estômago causado por um crescimento do pâncreas (síndrome de Zollinger-Ellison): – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 40 mg, duas vezes por dia. – O seu médico ajustará a dose dependendo das suas necessidades e também decidirá por quanto tempo irá necessitar de tomar o medicamento. A dose máxima é de 80 mg, duas vezes por dia.

Tratamento prolongado após prevenção de recidiva hemorrágica de úlceras com esomeprazol intravenoso: – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 40 mg, uma vez por dia, durante 4 semanas.

Utilização em adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos Para tratar a azia causada pela doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): – Se o seu médico detetou que o seu tubo digestivo (esófago) está ligeiramente danificado, a dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 40 mg, uma vez por dia, durante 4 semanas. O seu médico poderá dizer-lhe para tomar a mesma dose por mais 4 semanas se o seu esófago ainda não estiver curado. – A dose recomendada após a cicatrização do esófago é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, uma vez por dia. – Se o seu esófago não estiver lesionado, a dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, por dia. – Se tiver problemas graves de fígado, o seu médico poderá receitar-lhe uma dose mais baixa.

Para tratar úlceras causadas por infeção por Helicobacter pylori e para impedir que estas reapareçam: – A dose recomendada é de uma cápsula de Esomeprazol Kiddir 20 mg, duas vezes por dia, durante uma semana. O seu médico também lhe dirá para tomar antibióticos como, por exemplo, amoxicilina e claritromicina.

Ao tomar este medicamento – Pode tomar as suas cápsulas a qualquer hora do dia. – Pode tomar as suas cápsulas com alimentos ou com o estômago vazio. – Engula as cápsulas inteiras com um pouco de água. Não mastigue nem esmague as cápsulas ou o seu conteúdo. Isto porque as cápsulas contêm grânulos revestidos, que impedem que o medicamento se desfaça com o ácido do seu estômago. É importante não danificar os grânulos.

O que fazer se tiver dificuldade em engolir as cápsulas – Se tiver dificuldade em engolir as cápsulas: 1) Abra cuidadosamente a cápsula sobre um copo de água não gaseificada e despeje o conteúdo da cápsula (grânulos) no copo. Não utilize quaisquer outros líquidos. 2) Agite. Em seguida, beba a mistura imediatamente ou nos 30 minutos seguintes. Mexa sempre a mistura imediatamente antes de a beber. 3) Para se assegurar de que bebeu todo o medicamento, volte a encher o copo até meio com água e beba. As partículas sólidas contêm o medicamento – não as mastigue nem esmague. – Se não conseguir engolir de todo, o conteúdo da cápsula pode ser misturado com um pouco de água e colocado numa seringa. Em seguida, pode ser administrado através de um tubo diretamente no estômago (“tubo gástrico”).

Utilização em crianças com idade inferior a 12 anos Esomeprazol Kiddir não é recomendado para crianças com idade inferior a 12 anos.

Idosos Não é necessário ajuste posológico em idosos.

Se tomar mais Esomeprazol Kiddir do que deveria Se tomar mais Esomeprazol Kiddir do que o médico lhe receitou, fale imediatamente com o seu médico ou farmacêutico.

Caso se tenha esquecido de tomar Esomeprazol Kiddir – Se se esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na altura da sua próxima dose, não tome a dose esquecida. – Não tome uma dose a dobrar (duas doses de uma vez) para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

4. Efeitos indesejáveis possíveis

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos indesejáveis, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.

Pare de tomar Esomeprazol Kiddir e contacte o seu médico imediatamente se sentir algum dos seguintes efeitos indesejáveis graves: – Pieira súbita, inchaço dos seus lábios, língua e garganta ou do corpo, erupção na pele, desmaio ou dificuldades em engolir (reação alérgica grave). – Pele amarela, urina escura e cansaço que poderão ser sintomas de problemas de fígado.

Estes efeitos são raros e podem afetar até 1 em cada 1.000 pessoas.

– Mesmo após várias semanas de tratamento, pode ocorrer o aparecimento súbito de uma erupção cutânea grave ou vermelhidão da pele com bolhas ou descamação. Também podem ocorrer bolhas graves e sangramento dos lábios, olhos, boca, nariz e genitais. As erupções cutâneas podem evoluir para lesões cutâneas graves e generalizadas (descamação da epiderme e das membranas mucosas superficiais) com consequências potencialmente fatais. Pode tratar-se de "eritema multiforme", "síndrome de Stevens-Johnson", "necrólise epidérmica tóxica" ou "reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos". Estes efeitos são muito raros e podem afetar até 1 em cada 10.000 pessoas.

Outros efeitos indesejáveis incluem:

Frequentes (podem afetar até 1 em 10 pessoas) – Dor de cabeça. – Efeitos no seu estômago ou intestinos: diarreia, dor de estômago, prisão de ventre, gases (flatulência). – Sensação de doença (náuseas) ou enjoos (vómitos). – Pólipos benignos no estômago (gastrite).

Pouco frequentes (podem afetar até 1 em 100 pessoas) – Inchaço dos pés e tornozelos. – Perturbações do sono (insónia). – Tonturas, sensação de formigueiro tal como “picadas e agulhas”, sonolência. – Sensação de estar a girar (vertigens). – Boca seca. – Alterações em análises ao sangue que mostram como é que o seu fígado está a funcionar – Erupção da pele, erupção irregular (urticária) e comichão na pele. – Fratura da anca, punho ou coluna vertebral (se Esomeprazol Kiddir for utilizado em doses elevadas e durante um longo período).

Raros (podem afetar até 1 em 1.000 pessoas) – Alterações no sangue tais como redução do número das células brancas ou plaquetas. Isto pode causar fraqueza, nódoas negras ou provocar infeções com maior facilidade. – Níveis baixos de sódio no sangue. Isto pode causar fraqueza, mal-estar (vómitos) e cãibras. – Sentir-se agitado, confuso ou deprimido. – Alterações de paladar. – Problemas de visão, tais como visão turva. – Sensação repentina de dificuldade em respirar ou de falta de ar (broncospasmo). – Uma inflamação no interior da boca. – Uma infeção designada por “afta” que pode afetar o intestino e é causada por um fungo. – Problemas de fígado, incluindo icterícia, o que pode originar pele amarela, urina de cor escura e cansaço. – Perda de cabelo (alopecia). – Erupção da pele aquando da exposição ao sol. – Dores nas articulações (artralgia) ou dores musculares (mialgia). – Mal-estar generalizado e falta de energia. – Aumento da transpiração

Muito raros (podem afetar até 1 em 10.000 pessoas) – Alterações na contagem de células do sangue incluindo agranulocitose (falta de glóbulos brancos). – Agressividade. – Ver, sentir e ouvir coisas que não existem (alucinações). – Problemas graves do fígado que levam a insuficiência hepática e inflamação no cérebro. – Aparecimento repentino de erupção na pele grave, bolhas ou descamação da pele. Isto pode estar associado a febres altas e dores nas articulações (eritema multiforme, síndrome de Stevens- Johnson, necrose epidérmica tóxica, síndrome induzida por fármacos com eosinofilia e sintomas sistémicos). – Fraqueza muscular. – Problemas graves nos rins. – Aumento das mamas nos homens.

Desconhecido (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis) – Se estiver a tomar Esomeprazol Kiddir há mais de três meses, é possível que os níveis de magnésio no seu sangue diminuam. Níveis baixos de magnésio podem manifestar-se por fadiga, contrações musculares involuntárias, desorientação, convulsões, tonturas ou aumento do ritmo cardíaco. Se tiver algum destes sintomas, informe imediatamente o seu médico. Níveis baixos de magnésio podem também levar a uma redução dos níveis de potássio ou cálcio no sangue. O seu médico pode decidir pedir análises sanguíneas regulares para monitorizar os seus níveis de magnésio. – Inflamação no intestino (levando a diarreia). – Erupções cutâneas, possivelmente acompanhadas de dores nas articulações.

Esomeprazol Kiddir pode, em casos muito raros, afetar os glóbulos brancos causando uma deficiência imunitária. Se tiver uma infeção com sintomas como febre, com uma redução grave do seu estado de saúde ou febre com sintomas de uma infeção local como dor no pescoço, garganta ou boca ou dificuldades em urinar, deve consultar o seu médico assim que possível para que a falta de glóbulos brancos (agranulocitose) seja despistada através de um exame ao sangue. Nessa altura, é importante para si que forneça informações sobre a sua medicação.

Comunicação de efeitos indesejáveis Se tiver quaisquer efeitos indesejáveis, incluindo possíveis efeitos indesejáveis não indicados neste folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá comunicar efeitos indesejáveis diretamente ao INFARMED, I.P. através dos contactos abaixo. Ao comunicar efeitos indesejáveis, estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.

Sítio da internet: http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram (preferencialmente) ou através dos seguintes contactos: Direção de Gestão do Risco de Medicamentos Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53 1749-004 Lisboa Tel: +351 21 798 73 73 Linha do Medicamento: 800222444 (gratuita) e-mail: [email protected]

5. Como conservar Esomeprazol Kiddir

– Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças. – Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso na cartonagem, no frasco ou na embalagem blister, após “EXP”. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado. – Blister: Não conservar acima de 30 °C. Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade. – Frasco: Não conservar acima de 30 °C. Conservar na embalagem de origem e manter o frasco bem fechado para proteger da humidade. – Frasco: Prazo de validade após a primeira abertura: 200 dias. – Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a proteger o ambiente.

6. Conteúdo da embalagem e outras informações

Qual a composição de Esomeprazol Kiddir – A substância ativa é o esomeprazol. As cápsulas de Esomeprazol Kiddir estão disponíveis em duas dosagens, contendo 20 mg ou 40 mg de esomeprazol (na forma de sal sódico).

– Os outros componentes são:

Conteúdo da cápsula:

Esferas de açúcar (que contêm amido de milho e sacarose), metilcelulose, talco, dióxido de titânio (E171), monoestearato de glicerol, polissorbato 80, laurilsulfato de sódio, copolímero de ácido metacrílico – etilacrilato e citrato de trietilo.

Invólucro da cápsula: Carragenina, cloreto de potássio, óxido de ferro vermelho (E172), dióxido de titânio (E171), hipromelose, tinta de impressão (contendo goma-laca Shellac, hidróxido de potássio e óxido de ferro preto [E172]).

Qual o aspeto de Esomeprazol Kiddir e conteúdo da embalagem – Esomeprazol Kiddir 20 mg cápsulas tem cabeça e corpo cor-de-rosa claro opaco, tamanho 4 (com cerca de 14 mm), impressas (cabeça ES/corpo 20), contendo pellets esféricos. – Esomeprazol Kiddir 40 mg cápsulas tem cabeça e corpo cor-de-rosa opaco, tamanho 2 (com cerca de 18 mm), impressas (cabeça ES/corpo 40), contendo pellets esféricos.

Esomeprazol Kiddir 20 mg está disponível em: Blisters de Alumínio/Alumínio: 7, 14, 15, 28, 30, 56, 60, 90 (2×45), 98 (2×49) e 100 (2×50) cápsulas Frascos de polietileno (PE) brancos opacos, contendo saquetas de exsicante (sílica gel) e uma tampa de polietileno (PE) com um selo inviolável: 7, 10, 14, 15, 20, 28, 30, 56, 60, 90, 98, 100 e 500 cápsulas.

Esomeprazol Kiddir 40 mg está disponível em: Blisters de Alumínio/Alumínio: 7, 14, 15, 28, 30, 56, 60, 90 (2×45) e 100 (2×50) cápsulas Frascos de polietileno (PE) brancos opacos, contendo saquetas de exsicante (sílica gel) e uma tampa de polietileno (PE) com um selo inviolável: 7, 10, 14, 15, 20, 28, 30, 56, 60, 90, 98, 100 e 500 cápsulas.

É possível quer não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

Titular da Autorização de Introdução no Mercado: Sandoz Farmacêutica, Lda. Quinta da Fonte, Rua dos Malhões, nº5, Edifício Q56 D. Pedro I, Piso 0 2770-071 Paço de Arcos Portugal

Fabricantes: TOWA PHARMACEUTICAL EUROPE S.L. C/ de Sant Martí, 75-97, Martorelles 08107 Barcelona Espanha

LEK Pharmaceuticals, d.d. Verovškova ulica 57 1526 Ljubljana Eslovénia

Este folheto foi revisto pela última vez em

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A informação que se segue destina-se apenas aos profissionais de saúde:

Administração através de tubo gástrico

1. Adicionar o conteúdo de uma cápsula a, aproximadamente, 25 ml ou 50 ml de água. (Para alguns

tubos é necessária a dispersão em 50 ml de água para evitar que os grânulos entupam o tubo). Agite.

2. Extrair a suspensão para uma seringa e adicionar, aproximadamente, 5 ml de ar.

3. Agitar imediatamente a seringa durante, aproximadamente, 2 minutos para dispersar os grânulos.

4. Segurar na seringa com a ponta virada para cima e verificar se a ponta não está obstruída.

5. Ligar a seringa ao tubo enquanto mantém a posição anterior.

6. Agitar a seringa e posicioná-la com a ponta virada para baixo. Injetar imediatamente 5-10 ml para

dentro do tubo. Inverter a seringa após a injeção e agitar (a seringa tem de ser mantida com a ponta virada para cima para evitar que fique obstruída).

7. Rodar a seringa com a ponta virada para baixo e injetar imediatamente mais 5-10 ml dentro do

tubo. Repetir este procedimento até a seringa estar vazia.

8. Encher a seringa com 25 ml de água e 5 ml de ar e repetir o passo 6, se necessário, para remover o

sedimento que possa ter ficado na seringa. Para alguns tubos são necessários 50 ml de água.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais.

⚕Para profissionais — Resumo das Características do Medicamento (RCM)Ficha técnica completa: posologia, interações, contraindicações, advertências+
Informações técnicas destinadas aos profissionais de saúde (médicos e farmacêuticos). Le Resumo das Características do Medicamento (RCM) est le document officiel approuvé par l’ANSM/EMA. Il ne remplace pas la notice ni l’avis du médecin.

1. NOME DO MEDICAMENTO

Esomeprazol Kiddir 20 mg cápsulas gastrorresistentes Esomeprazol Kiddir 40 mg cápsulas gastrorresistentes

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada cápsula contém 20 mg de esomeprazol (na forma de sal sódico).

Excipientes com efeito conhecido: Cada cápsula contém, aproximadamente, 20,0 - 22,9 mg de sacarose.

Cada cápsula contém 40 mg de esomeprazol (na forma de sal sódico).

Excipientes com efeito conhecido: Cada cápsula contém, aproximadamente, 40,0 - 45,8 mg de sacarose.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Cápsula gastrorresistente

Cápsulas com cabeça e corpo cor-de-rosa claro opaco, tamanho 4 (com cerca de 14 mm), impressas (cabeça ES/corpo 20), contendo pellets esféricos.

Cápsulas com cabeça e corpo cor-de-rosa opaco, tamanho 2 (com cerca de 18 mm), impressas (cabeça ES/corpo 40), contendo pellets esféricos.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1. Indicações terapêuticas

As cápsulas de Esomeprazol Kiddir estão indicadas em adultos para:

Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - tratamento de esofagite de refluxo erosiva - controlo a longo prazo de doentes com cura da esofagite para prevenção de recidivas - tratamento sintomático da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

Em associação a regimes terapêuticos antibacterianos adequados para erradicação de Helicobacter pylori e - cicatrização da úlcera duodenal associada à Helicobacter pylori e - prevenção da recorrência de úlceras pépticas em doentes com úlceras associadas a Helicobacter pylori

Doentes que necessitam de tratamento contínuo com AINEs - Cicatrização de úlceras gástricas associadas à terapêutica com AINEs. - Prevenção de úlceras gástricas e duodenais associadas à terapêutica com AINEs em doentes em risco.

Tratamento prolongado após prevenção I.V. induzida da recidiva hemorrágica de úlceras pépticas.

Tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison

As cápsulas de Esomeprazol Kiddir estão indicadas em adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos para: Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) - tratamento de esofagite de refluxo erosiva - controlo a longo prazo de doentes com cura da esofagite, para prevenção de recidivas - tratamento sintomático da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

Em associação com antibióticos no tratamento de úlcera duodenal causada por Helicobacter pylori

4.2. Posologia e modo de administração

Posologia

Adultos

Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - tratamento de esofagite de refluxo erosiva 40 mg, uma vez por dia, durante 4 semanas. Recomenda-se um tratamento adicional de 4 semanas em doentes com esofagite não curada ou com sintomas persistentes.

- controlo a longo prazo de doentes com cura da esofagite, para prevenção de recidivas 20 mg uma vez por dia

- tratamento sintomático da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) 20 mg, uma vez por dia, em doentes sem esofagite. Caso não se obtenha controlo da sintomatologia após 4 semanas, o doente deve ser submetido a investigação adicional. Após resolução da sintomatologia, pode obter-se o controlo subsequente dos sintomas utilizando 20 mg, uma vez por dia. Poderá ser utilizado um regime de recurso de 20 mg, uma vez por dia, quando necessário. Em doentes tratados com AINEs em risco de desenvolverem úlceras gástricas ou duodenais, não é recomendado o controlo subsequente dos sintomas utilizando tratamento de recurso.

Em associação a regimes terapêuticos antibacterianos adequados para erradicação de Helicobacter pylori e - cicatrização da úlcera duodenal associada à Helicobacter pylori e - prevenção da recorrência de úlceras pépticas em doentes com úlceras associadas a Helicobacter pylori. Esomeprazol Kiddir 20 mg com amoxicilina 1 g e claritromicina 500 mg; sendo todos estes fármacos administrados duas vezes por dia durante 7 dias.

Doentes que necessitam de tratamento contínuo com AINEs - cicatrização de úlceras gástricas associadas à terapêutica com AINEs A dose habitual é de 20 mg uma vez por dia. A duração do tratamento é de 4 a 8 semanas. - prevenção de úlceras gástricas e duodenais associadas à terapêutica com AINEs em doentes em risco 20 mg uma vez por dia.

Tratamento prolongado após prevenção I.V. induzida da recidiva hemorrágica de úlceras pépticas. 40 mg uma vez por dia durante 4 semanas após prevenção I.V. induzida da recidiva hemorrágica de úlceras pépticas.

Tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison A dose inicial recomendada é Esomeprazol Kiddir 40 mg duas vezes por dia. A dose deve ser ajustada individualmente e o tratamento deve continuar enquanto for clinicamente indicado. Com base nos dados clínicos disponíveis, pode obter-se um controlo na maioria dos doentes, com doses diárias de esomeprazol entre 80 e 160 mg. Com doses superiores a 80 mg dia, a dose deve ser dividida e administrada duas vezes ao dia.

Populações Especiais Compromisso renal Não é necessário ajuste posológico em doentes com compromisso da função renal. Dada a experiência limitada em doentes com insuficiência renal grave, estes doentes devem ser tratados com precaução (ver secção 5.2).

Compromisso hepático Não é necessário ajuste posológico em doentes com compromisso hepático ligeiro a moderado. Em doentes com compromisso hepático grave, não deve ser excedida a dose máxima de Esomeprazol Kiddir 20 mg (ver secção 5.2).

Idosos Não é necessário ajuste posológico em idosos.

População pediátrica

Adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos

Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - tratamento de esofagite de refluxo erosiva 40 mg, uma vez por dia, durante 4 semanas. Recomenda-se um tratamento adicional de 4 semanas em doentes com esofagite não curada ou com sintomas persistentes.

- controlo a longo prazo de doentes com cura da esofagite, para prevenção de recidivas 20 mg uma vez por dia

- tratamento sintomático da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) 20 mg, uma vez por dia, em doentes sem esofagite. Caso não se obtenha controlo da sintomatologia após 4 semanas, o doente deve ser submetido a investigação adicional. Após resolução da sintomatologia, pode obter-se o controlo subsequente dos sintomas utilizando 20 mg, uma vez por dia.

Tratamento de úlcera duodenal causada por Helicobacter pylori Ao selecionar a combinação terapêutica adequada, devem ser tidas em consideração as orientações oficiais nacionais, regionais e locais em relação à resistência bacteriana, duração do tratamento (mais frequentemente 7 dias, mas por vezes até 14 dias) e à utilização adequada de agentes antibacterianos. O tratamento deve ser supervisionado por um especialista. A recomendação posológica é:

Peso Posologia 30- 40 kg Associação com dois antibióticos: Esomeprazol Kiddir 20 mg, amoxicilina 750 mg e claritromicina 7,5 mg/kg de peso corporal são todos administrados duas vezes por dia durante uma semana.

> 40 kg Associação com dois antibióticos: Esomeprazol Kiddir 20 mg, amoxicilina 1 g e claritromicina 500 mg são todos administrados duas vezes por dia durante uma semana.

Crianças com idade inferior a 12 anos Esomeprazol Kiddir não deve ser utilizado em crianças com idade inferior a 12 anos, uma vez que não existem dados disponíveis.

Modo de administração

As cápsulas devem ser engolidas inteiras com líquido. As cápsulas não devem ser mastigadas ou esmagadas. Para os doentes com dificuldades de deglutição, as cápsulas podem ser abertas e o seu conteúdo disperso em meio copo de água não-gaseificada. Não devem ser utilizados outros líquidos, pois o revestimento entérico pode dissolver-se. Agitar e beber o líquido com os grânulos imediatamente ou num espaço de 30 minutos. Voltar a encher o copo com água até meio e beber. Os grânulos não devem ser mastigados nem esmagados.

Para os doentes que não conseguem deglutir, o conteúdo das cápsulas pode ser disperso em água não-gaseificada e administrado através de um tubo gástrico. É importante que se teste cuidadosamente a adequação da seringa e do tubo selecionados. Para instruções acerca da preparação e administração, ver secção 6.6.

4.3. Contraindicações

Hipersensibilidade à substância ativa, a benzimidazóis substituídos ou a qualquer um dos excipientes mencionados na secção 6.1.

O esomeprazol não deve ser usado concomitantemente com nelfinavir (ver secção 4.5).

4.4. Advertências e precauções especiais de utilização

Na presença de qualquer sintoma de alarme (por exemplo, perda de peso significativa não intencional, vómitos recorrentes, disfagia, hematémese ou melena) e, quando houver suspeita ou presença de úlcera gástrica, deve ser excluída a possibilidade de neoplasia maligna, uma vez que o tratamento com esomeprazol pode aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico.

Tratamento de longa duração Os doentes em tratamento prolongado (particularmente aqueles tratados durante mais de um ano) devem ser mantidos sob vigilância regular.

Tratamento de recurso Os doentes submetidos a um tratamento de recurso deverão ser instruídos para contactar o médico em caso de mudança do carácter dos seus sintomas.

Erradicação da Helycobacter pylori Ao prescrever esomeprazol para a erradicação da Helicobacter pylori, devem-se ter em consideração as possíveis interações medicamentosas para todos os componentes da terapêutica tripla. A claritromicina é um inibidor potente do CYP3A4, pelo que devem ser ponderadas as contraindicações e interações da claritromicina quando a terapêutica tripla é utilizada em doentes que tomam simultaneamente outros medicamentos metabolizados através do CYP3A4, como a cisaprida.

Infeções gastrointestinais O tratamento com inibidores da bomba de protões pode levar a um ligeiro aumento do risco de infeções gastrointestinais, tais como por Salmonella e Campylobacter (ver secção 5.1).

Absorção de vitamina B12 O esomeprazol, tal como todos os medicamentos bloqueadores de ácidos, pode reduzir a absorção de vitamina B12 (cianocobalamina) devido a hipo- ou acloridria. Este facto deve ser tomado em consideração em doentes com reservas corporais reduzidas ou com fatores de risco para a absorção reduzida de vitamina B12 na terapêutica de longa duração.

Hipomagnesémia Foram notificados casos de hipomagnesemia grave em doentes tratados com inibidores da bomba de protões (IBP), como o esomeprazol, durante pelo menos três meses e, na maioria dos casos, durante um ano. Podem ocorrer manifestações graves de hipomagnesémia, tais como fadiga, tetania, delírio, convulsões, tonturas e arritmia ventricular, mas podem surgir de forma insidiosa e passar despercebidas. Na maioria dos doentes afetados, a hipomagnesemia melhorou após a reposição de magnésio e a interrupção do IBP. Nos doentes em que se preveja uma utilização prolongada de IBP ou que tomem IBP com digoxina ou com medicamentos que possam causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), os profissionais de saúde devem considerar a monitorização dos níveis de magnésio antes do início do tratamento com IBP e periodicamente durante o mesmo.

Risco de fraturas Os inibidores da bomba de protões, especialmente se utilizados em doses elevadas e durante longos períodos de tempo (> 1 ano), podem aumentar modestamente o risco de fratura da anca, do pulso e da coluna vertebral, predominantemente em idosos ou na presença de outros fatores de risco reconhecidos. Estudos observacionais sugerem que os inibidores da bomba de protões podem aumentar o risco global de fratura em 10 a 40%. Parte deste aumento pode dever-se a outros fatores de risco. Os doentes em risco de osteoporose devem receber cuidados de acordo com as orientações clínicas atuais e devem ter um aporte adequado de vitamina D e cálcio.

Lúpus eritematoso cutâneo subagudo (LECS) Os inibidores da bomba de protões estão associados a casos muito pouco frequentes de LECS. Se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele expostas ao sol, e se estas forem acompanhadas de artralgia, o doente deve procurar imediatamente assistência médica e o profissional de saúde deve considerar a possibilidade de suspender o tratamento com Esomeprazol Kiddir. A ocorrência de LECS após tratamento prévio com um inibidor da bomba de protões pode aumentar o risco de LECS com outros inibidores da bomba de protões.

Associação com outros medicamentos A coadministração de esomeprazol com atazanavir não é recomendada (ver secção 4.5). Se a associação do atazanavir com um inibidor da bomba de protões for considerada como inevitável, é recomendada uma monitorização cuidadosa associada a um aumento na dose de atazanavir para 400 mg com 100 mg de ritonavir; a dose de esomeprazol 20 mg não deverá ser excedida. O esomeprazol é um inibidor do CYP2C19. Ao iniciar ou terminar o tratamento com esomeprazol, deve ser considerado o potencial para interações com fármacos metabolizados pelo CYP2C19. Foi observada uma interação entre o clopidogrel e o esomeprazol (ver secção 4.5). Desconhece- se a relevância clínica desta interação. Como medida de precaução, a utilização concomitante de esomeprazol e clopidogrel deve ser desaconselhada.

Ao prescrever esomeprazol para o tratamento de recurso, devem ser consideradas as implicações das interações com outros fármacos, devido à flutuação das concentrações plasmáticas de esomeprazol. Ver secção 4.5.

Reações adversas cutâneas graves (RACG) Foram, muito raramente, reportadas em associação com o tratamento com esomeprazol, reações adversas cutâneas graves (RACG) que podem colocar a vida em risco, tais como eritema multiforme (EM), síndrome de Stevens-Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET), síndrome induzida por fármacos com eosinofilia e sintomas sistémicos (Drug reaction with eosinophilia and systemic symptoms - DRESS).

Os doentes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de reação cutânea grave EM/SJS/NET/DRESS e devem procurar aconselhamento médico, junto do seu médico, assim que observem quaisquer sinais ou sintomas indicativos.

O esomeprazol deve ser imediatamente interrompido em caso de sinais e sintomas de reações cutâneas graves e devem ser prestados cuidados médicos adicionais/ vigilância cuidadosa, conforme necessário.

A reintrodução não deve ser realizada em doentes com EM/SJS/NET/DRESS.

Sacarose Este medicamento contém sacarose. Doentes com problemas hereditários raros de intolerância à frutose, malabsorção de glucose-galactose ou insuficiência de sacarase-isomaltase não devem tomar este medicamento.

Sódio Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por cápsula, ou seja, é praticamente “isento de sódio”.

Interferência com testes laboratoriais Um aumento do nível de Cromogranina A (CgA) pode interferir com as análises para deteção de tumores neuroendócrinos. Para evitar esta interferência, o tratamento com esomeprazol deve ser interrompido durante pelo menos 5 dias antes das medições de CgA (ver secção 5.1). Se os níveis de CgA e de gastrina não tiverem regressado ao intervalo de referência após a medição inicial, as medições devem ser repetidas 14 dias após a interrupção do tratamento com inibidores da bomba de protões.

4.5. Interações medicamentosas e outras formas de interação

Efeitos de esomeprazol sobre a farmacocinética de outros medicamentos

Inibidores da protease Foi notificada a interação do omeprazol com alguns inibidores da protease. A importância clínica e os mecanismos subjacentes a estas interações nem sempre são conhecidos. O aumento do pH gástrico durante o tratamento com omeprazol pode alterar a absorção dos inibidores da protease. Outros possíveis mecanismos de interação são via inibição do CYP 2C19. Relativamente ao atazanavir e ao nelfinavir, foi notificada uma diminuição dos níveis séricos quando administrados concomitantemente com omeprazol, pelo que a administração concomitante não é recomendada. A coadministração de omeprazol (40 mg uma vez por dia) com atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa redução substancial da exposição ao atazanavir (diminuição de aproximadamente 75% na AUC, Cmax e Cmin). O aumento da dose de atazanavir para 400 mg não compensou o impacto do omeprazol na exposição ao atazanavir. A coadministração de omeprazol (20 mg uma vez por dia) com atazanavir 400 mg/ritonavir 100 mg a voluntários saudáveis resultou numa diminuição de aproximadamente 30% na exposição ao atazanavir em comparação com a exposição observada com atazanavir 300 mg/ritonavir 100 mg uma vez por dia sem omeprazol 20 mg uma vez por dia. A coadministração de omeprazol (40 mg uma vez por dia) reduziu a AUC, Cmax e Cmin médias do nelfinavir em 36 - 39% e a AUC, Cmax e Cmin médias do metabolito farmacologicamente ativo M8 em 75 - 92%. Devido aos efeitos farmacodinâmicos semelhantes e às propriedades farmacocinéticas do omeprazol e do esomeprazol, a administração concomitante de esomeprazol e atazanavir não é recomendada (ver secção 4.4) e a administração concomitante de esomeprazol e nelfinavir é contraindicada (ver secção 4.3).

Relativamente ao saquinavir (com ritonavir concomitante), foi notificado um aumento dos níveis séricos (80-100%) durante o tratamento concomitante com omeprazol (40 mg uma vez por dia). O tratamento com omeprazol 20 mg uma vez por dia não teve qualquer efeito sobre a exposição do darunavir (com ritonavir concomitante) e do amprenavir (com ritonavir concomitante). O tratamento com esomeprazol 20 mg uma vez por dia não teve qualquer efeito sobre a exposição do amprenavir (com e sem ritonavir concomitante). O tratamento com omeprazol 40 mg uma vez por dia não teve qualquer efeito sobre a exposição do lopinavir (com ritonavir concomitante).

Metotrexato Quando administrado juntamente com IBP, foi notificado um aumento dos níveis de metotrexato em alguns doentes. Na administração de doses elevadas de metotrexato, poderá ser necessário considerar uma interrupção temporária do esomeprazol.

Tacrolímus Foi notificado que a administração concomitante de esomeprazol aumenta os níveis séricos de tacrolimus. Deve ser efetuada uma monitorização reforçada das concentrações de tacrolimus, bem como da função renal (depuração da creatinina), e a dose de tacrolimus deve ser ajustada, se necessário.

Medicamentos com absorção dependente do pH A supressão do ácido gástrico durante o tratamento com esomeprazol e outros IBP pode diminuir ou aumentar a absorção de medicamentos com uma absorção dependente do pH gástrico. Tal como acontece com outros medicamentos que diminuem a acidez intragástrica, a absorção de medicamentos como o cetoconazol, o itraconazol e o erlotinib pode diminuir e a absorção de digoxina pode aumentar durante o tratamento com esomeprazol. O tratamento concomitante com omeprazol (20 mg por dia) e digoxina em indivíduos saudáveis aumentou a biodisponibilidade da digoxina em 10% (até 30% em dois de dez indivíduos). A toxicidade da digoxina tem sido raramente notificada. No entanto, deve tomar-se precaução quando o esomeprazol é administrado em doses elevadas a doentes idosos. A monitorização terapêutica da digoxina deve então ser reforçada.

Medicamentos metabolizados pelo CYP2C19 O esomeprazol inibe o CYP2C19, a principal enzima metabolizadora do esomeprazol. Assim, quando o esomeprazol é associado a fármacos metabolizados pelo CYP2C19, como diazepam, citalopram, imipramina, clomipramina, fenitoína, etc., as concentrações plasmáticas destes fármacos podem aumentar e pode ser necessária uma redução da dose. Esta redução deve ser considerada, sobretudo quando se prescreve esomeprazol numa terapêutica de recurso. Diazepam A administração concomitante de 30 mg de esomeprazol resultou numa diminuição de 45% na depuração do diazepam, substrato do CYP2C19.

Fenitoína A administração concomitante de esomeprazol 40 mg resultou num aumento de 13% do valor dos níveis plasmáticos de fenitoína em doentes epiléticos. Recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de fenitoína ao introduzir ou suspender o tratamento com esomeprazol.

Voriconazol O omeprazol (40 mg uma vez por dia) aumentou a Cmax e a AUCτ do voriconazol (um substrato do CYP2C19) em 15% e 41%, respetivamente.

Cilostazol O omeprazol, assim como o esomeprazol, atuam como inibidores do CYP2C19. O omeprazol, administrado em doses de 40 mg a indivíduos saudáveis num estudo cruzado, aumentou a Cmax e a AUC do cilostazol em 18% e 26%, respetivamente, e as de um dos seus metabolitos ativos em 29% e 69%, respetivamente.

Cisaprida Em voluntários saudáveis, a administração concomitante de 40 mg de esomeprazol resultou num aumento de 32% da área sob a curva da concentração plasmática-tempo (AUC) e num prolongamento de 31% do tempo de semivida de eliminação (t1/2), mas sem aumento significativo dos níveis plasmáticos máximos da cisaprida. O ligeiro prolongamento do intervalo QTc observado após a administração de cisaprida em monoterapia, não foi prolongado quando a cisaprida foi administrada em associação com esomeprazol (ver também a secção 4.4).

Varfarina A administração concomitante de 40 mg de esomeprazol a doentes tratados com varfarina, num ensaio clínico, mostrou que os tempos de coagulação se encontravam dentro dos limites aceitáveis. No entanto, no período pós-comercialização, foram registados alguns casos isolados de elevação do INR com significado clínico durante o tratamento concomitante. Recomenda-se a monitorização no início e no final do tratamento concomitante com esomeprazol durante o tratamento com varfarina ou outros derivados cumarínicos.

Clopidogrel Os resultados de estudos em indivíduos saudáveis demonstraram uma interação farmacocinética (PK)/farmacodinâmica (PD) entre o clopidogrel (dose de carga de 300 mg/75 mg de dose diária de manutenção) e o esomeprazol (40 mg por via oral, diariamente), que resultou numa diminuição da exposição ao metabolito ativo do clopidogrel numa média de 40% e numa diminuição da inibição máxima da agregação plaquetária (induzida por ADP) numa média de 14%. Quando se administrou clopidogrel com uma associação de dose fixa de esomeprazol 20 mg + AAS 81 mg comparativamente com o clopidogrel isoladamente, num estudo em indivíduos saudáveis, verificou-se numa diminuição da exposição em quase 40% do metabolito ativo do clopidogrel. Contudo, os níveis máximos da inibição da agregação plaquetária (induzida pelo ADP) nestes indivíduos foram os mesmos em ambos os grupos, clopidogrel e clopidogrel + combinação (esomeprazol + AAS).

Foram notificados dados inconsistentes relativos às implicações clínicas de uma interação PK/PD do esomeprazol em termos de acontecimentos cardiovasculares major, tanto em estudos observacionais como clínicos. Como medida de precaução, a utilização concomitante de clopidogrel deve ser desaconselhada. Medicamentos investigados sem interação clínica relevante

Amoxicilina e quinidina Foi demonstrado que esomeprazol não exerce efeitos clinicamente relevantes sobre a farmacocinética da amoxicilina ou quinidina.

Naproxeno ou rofecoxib Os estudos que avaliaram a administração concomitante de esomeprazol tanto com naproxeno como com rofecoxib não identificaram interações farmacocinéticas clinicamente relevantes durante estudos de curta duração.

Efeitos de outros medicamentos sobre a farmacocinética de esomeprazol

Medicamentos que inibem o CYP2C19 e/ou CYP3A4 O esomeprazol é metabolizado pelo CYP2C19 e CYP3A4. A administração concomitante de esomeprazol com um inibidor do CYP3A4, claritromicina (500 mg, duas vezes ao dia), resultou numa duplicação da exposição (AUC) ao esomeprazol A administração concomitante de esomeprazol e um inibidor combinado do CYP2C19 e CYP3A4 pode resultar em mais do que uma duplicação da exposição ao esomeprazol. O voriconazol, inibidor do CYP2C19 e do CYP3A4, aumentou a AUCt de omeprazol em 280%. Um ajuste posológico de esomeprazol não é geralmente necessário em nenhuma destas situações. Contudo, deverá ser considerado um ajuste posológico em doentes com compromisso hepático grave e no caso de haver indicação para tratamento prolongado.

Medicamentos que induzem o CYP2C19 e/ou CYP3A4 Os fármacos conhecidos por induzir o CYP2C19 ou CYP3A4, ou ambos (tais como rifampicina e Hipericão) podem levar à redução dos níveis séricos de esomeprazol, através do aumento do metabolismo de esomeprazol.

População pediátrica Os estudos de interação só foram realizados em adultos.

4.6. Fertilidade, gravidez e aleitamento

Gravidez Os dados clínicos sobre as gravidezes expostas ao Esomeprazol Kiddir são insuficientes. Os dados de um maior número de gravidezes expostas à mistura racémica de omeprazol, provenientes de estudos epidemiológicos, não revelam malformações nem efeitos fetotóxicos. Os estudos realizados em animais com o esomeprazol não indicam efeitos nocivos diretos ou indiretos no que respeita ao desenvolvimento embrionário/fetal. Os estudos realizados em animais com a mistura racémica não indicam efeitos nefastos diretos ou indiretos no que respeita à gravidez, parto ou desenvolvimento pós-natal. Recomenda-se precaução ao prescrever esomeprazol a mulheres grávidas.

Uma quantidade moderada de dados sobre mulheres grávidas (entre 300-1000 resultados para gravidez) indica que não existem quaisquer efeitos de malformação ou toxicidade fetal/neonatal induzidos pelo esomeprazol. Os estudos em animais não indicam efeitos nefastos diretos ou indiretos no que respeita à toxicidade reprodutiva (ver secção 5.3).

Amamentação Desconhece-se se o esomeprazol é excretado no leite humano. Não existem informações suficientes sobre os efeitos do esomeprazol em recém-nascidos/lactentes. O esomeprazol não deve ser utilizado durante a amamentação.

Fertilidade Estudos em animais com a mistura racémica de omeprazol, administrada oralmente, não indicam efeitos nocivos no que diz respeito à fertilidade.

4.7. Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Os efeitos de esomeprazol sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são reduzidos. Foram notificadas reações adversas, tais como tonturas (pouco frequente) e visão turva (raro) (ver secção 4.8). Se afetados, os doentes não devem conduzir ou utilizar máquinas.

4.8. Efeitos indesejáveis

Resumo do perfil de segurança Cefaleia, dor abdominal, diarreia e náuseas estão entre as reações adversas que foram mais frequentemente notificadas em ensaios clínicos (e também pela utilização pós-comercialização). Adicionalmente, o perfil de segurança é semelhante para as diferentes formulações, indicações de tratamento, grupos etários e populações de doentes. Não foram identificadas reações adversas relacionadas com a dose.

Lista tabulada das reações adversas As seguintes reações adversas medicamentosas foram identificadas, ou alvo de suspeitas, no programa de ensaios clínicos e durante o período de pós-comercialização de esomeprazol. Nenhuma foi considerada relacionada com a dose. As reações são classificadas de acordo com a frequência: muito frequentes (≥ 1/10); frequentes (≥ 1/100; <1/10); pouco frequentes (≥ 1/1,000; <1/100); raras (≥ 1/10.000; <1/1.000); muito raras (<1/10.000); desconhecido (não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis).

Classe de sistema de órgãos Frequência Efeito Indesejável Doenças do sangue e do sistema Raras Leucopenia, trombocitopenia linfático Muito raras Agranulocitose, pancitopenia Doenças do sistema imunitário Raras Reações de hipersensibilidade, por exemplo, febre, angioedema e reação anafilática/choque Doenças do metabolismo e da Pouco frequente Edema periférico nutrição Raras Hiponatremia Desconhecido Hipomagnesemia (ver secção 4.4), hipomagnesemia grave pode estar correlacionada com hipocalcemia. Hipomagnesemia pode estar também associada com hipocaliemia. Perturbações do foro Pouco frequente Insónias psiquiátrico Raras Agitação, confusão, depressão Muito raras Agressividade, alucinações Doenças do sistema nervoso Frequente Cefaleias Pouco frequente Tonturas, parestesia, sonolência Raras Alteração no paladar Afeções oculares Raras Visão turva Afeções do ouvido e do labirinto Pouco frequente Vertigens Classe de sistema de órgãos Frequência Efeito Indesejável Doenças respiratórias, torácicasRaras Broncospasmo e do mediastino Doenças gastrointestinais Frequente Dor abdominal, obstipação, diarreia, flatulência, náuseas/vómitos, pólipos de glândulas fúndicas (benignos) Pouco frequente Boca seca Raras Estomatite, candidíase gastrointestinal Desconhecido Colite microscópica Afeções hepatobiliares Pouco frequente Aumento das enzimas hepáticas Raras Hepatite com ou sem icterícia

Muito raras Insuficiência hepática, encefalopatia em doentes com doença hepática pré-existente Afeções dos tecidos cutâneos e Pouco frequente Dermatite, prurido, erupção cutânea, urticária subcutâneos Raras Alopecia, fotossensibilidade Muito raras Eritema multiforme, síndrome de Stevens- Johnson, necrólise epidérmica tóxica (NET) ou reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS) Desconhecido Lúpus eritematoso cutâneo subagudo (ver secção 4.4).

Afeções musculoesqueléticas e Pouco frequente Fratura da anca, do punho ou da coluna dos tecidos conjuntivos vertebral (ver secção 4.4)

Raras Artralgia, mialgia Muito raras Fraqueza muscular Doenças renais e urinárias Muito raras Nefrite intersticial; em alguns doentes foi notificada insuficiência renal concomitantemente Doenças dos órgãos genitais e da Muito raras Ginecomastia mama

Perturbações gerais e alteraçõesRaras Mal-estar generalizado, aumento da no local de administração transpiração

Notificação de suspeitas de reações adversas A notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, uma vez que permite uma monitorização contínua da relação benefício-risco do medicamento. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas diretamente ao INFARMED, I.P.:

Sítio da internet: http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram (preferencialmente) ou através dos seguintes contactos: Direção de Gestão do Risco de Medicamentos Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53 1749-004 Lisboa Tel: +351 21 798 73 73 Linha do Medicamento: 800222444 (gratuita) e-mail: [email protected]

4.9. Sobredosagem

Até à data, a experiência com sobredosagem intencional é muito limitada. Os sintomas descritos relacionados com doses de 280 mg foram sintomas gastrointestinais e fraqueza. Doses únicas de 80 mg não provocaram nenhuma reação. Não se conhece qualquer antídoto específico. O esomeprazol apresenta uma extensa ligação às proteínas plasmáticas pelo que não é facilmente dialisável. Como em qualquer caso de sobredosagem, o tratamento deve ser sintomático e devem ser utilizadas medidas gerais de suporte.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1. Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 6.2.2.3 - Medicamentos para doenças relacionadas com a acidez, inibidores da bomba de protões, código ATC: A02BC05

O esomeprazol é o S-isómero do omeprazol e reduz a secreção ácida gástrica através de um mecanismo de ação altamente direcionado. É um inibidor específico da bomba de protões da célula parietal. Ambos os isómeros do omeprazol, R- e S-isómeros, têm ações farmacodinâmicas semelhantes.

Mecanismo de ação O esomeprazol é uma base fraca e é concentrada e convertida na forma ativa, no ambiente altamente ácido dos canalículos secretores da célula parietal, onde inibe a enzima H+K+-ATPase – a bomba de ácido e inibe a secreção ácida tanto basal como estimulada.

Efeitos farmacodinâmicos Após administração oral de esomeprazol 20 mg e 40 mg, o início do efeito ocorre no período de uma hora. Depois da administração repetida com 20 mg de esomeprazol uma vez por dia durante 5 dias, o pico médio do débito ácido diminuiu em 90%, após estimulação com pentagastrina, quando medido 6-7 horas após administração, no dia cinco.

Após cinco dias de administração oral de 20 mg e 40 mg de esomeprazol em doentes com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) sintomática, o pH intragástrico manteve-se acima de 4 durante um período médio de 13 horas e 17 horas, respetivamente, no registo de 24 horas. A proporção de doentes em que o pH intragástrico se manteve acima de 4, durante um período mínimo de 8, 12 e 16 horas, respetivamente, foram de 76%, 54% e 24% com esomeprazol 20 mg. As percentagens correspondentes registadas com esomeprazol 40 mg foram de 97%, 92% e 56%.

Utilizando a AUC como parâmetro substituto da concentração plasmática, foi demonstrada uma relação entre a inibição da secreção ácida e a exposição.

A cura da esofagite de refluxo com esomeprazol 40 mg ocorre em aproximadamente 78% dos doentes após quatro semanas, e em 93% após oito semanas.

Um tratamento de uma semana com esomeprazol 20 mg, 2 vezes por dia, e antibióticos apropriados resulta numa erradicação eficaz de H. pylori em aproximadamente 90% dos doentes. Após um tratamento de erradicação durante uma semana, não é necessário utilizar uma monoterapia subsequente com medicamentos antissecretores para obter uma cicatrização eficaz da úlcera e resolução da sintomatologia, nos casos de úlcera duodenal não complicada. Num estudo clínico aleatorizado, em dupla ocultação, controlado com placebo, doentes com úlcera péptica hemorrágica confirmada endoscopicamente, caracterizados como Forrest Ia, Ib, IIa ou IIb (9%, 43%, 38% e 10% respetivamente), foram aleatorizados para receberem solução de esomeprazol para perfusão (n = 375) ou placebo (n = 389). Após hemóstase endoscópica, os doentes receberam ou 80 mg de esomeprazol como perfusão intravenosa durante 30 minutos, seguido de uma perfusão contínua de 8 mg por hora, ou placebo, durante 72 horas. Após o período inicial de 72 horas, todos os doentes receberam em regime aberto, por via oral, 40 mg de esomeprazol durante 27 dias para supressão do ácido. A ocorrência de recidiva hemorrágica nos primeiros 3 dias foi de 5,9% no grupo tratado com esomeprazol, comparativamente a 10,3% para o grupo placebo. Após o dia 30 de tratamento, a ocorrência de recidivas hemorrágicas no grupo tratado com esomeprazol versus grupo tratado com placebo foi de 7,7% vs. 13,6%.

Durante o tratamento com medicamentos antissecretores, a gastrina sérica aumenta em resposta à diminuição da secreção ácida. Além disso, a CgA aumenta devido à redução da acidez gástrica. O aumento do nível de CgA pode interferir com as análises para deteção de tumores neuroendócrinos. Os dados publicados disponíveis sugerem que os inibidores da bomba de protões (IBP) devem ser descontinuados entre 5 dias e 2 semanas antes das medições de CgA. Isto destina-se a permitir que os níveis de CgA, que possam estar falsamente aumentados na sequência do tratamento com IBP, regressem ao intervalo de referência.

Foi observado um aumento do número de células ECL, possivelmente relacionado com o aumento dos níveis de gastrina sérica, tanto em crianças como em adultos, durante o tratamento de longa duração com esomeprazol. Os resultados são considerados como não tendo relevância clínica.

Durante o tratamento de longa duração com medicamentos antissecretores, foi notificado um ligeiro aumento da frequência de pólipos glandulares quísticos do estômago. Estas alterações são uma consequência fisiológica da inibição pronunciada da secreção ácida, são benignas e aparentam ser reversíveis.

A acidez gástrica diminuída por quaisquer meios, incluindo os inibidores da bomba de protões, aumenta as contagens gástricas de bactérias normalmente presentes no trato gastrointestinal. O tratamento com inibidores da bomba de protões pode levar a um ligeiro aumento do risco de infeções gastrointestinais, tais como por Salmonella e Campylobacter e, em doentes hospitalizados, também, possivelmente por Clostridium difficile.

Eficácia clínica Em dois estudos em que a ranitidina foi o fármaco de referência ativo, o esomeprazol mostrou um efeito melhor na cicatrização de úlceras gástricas em doentes submetidos à terapêutica com AINEs, incluindo AINEs seletivos para a COX-2.

Em dois estudos que usaram placebo como comparador, o esomeprazol demonstrou um efeito melhor na prevenção de úlceras gástricas e duodenais em doentes medicados com AINEs (com idade > 60 anos e/ou com úlcera anterior), incluindo AINEs seletivos para a COX-2.

População pediátrica Num estudo com doentes pediátricos com DRGE (<1 até 17 anos) que receberam tratamento de longa duração com IBPs, 61% das crianças desenvolveram em graus menores hiperplasia de célula ECL sem significância clínica conhecida e sem o desenvolvimento de gastrite atrófica ou de tumores carcinoides.

5.2. Propriedades farmacocinéticas

Absorção O esomeprazol é ácido-lábil, sendo administrado por via oral sob a forma de grânulos com revestimento entérico. A conversão in vivo no R-isómero é negligenciável. A absorção de esomeprazol é rápida, sendo os picos dos níveis plasmáticos atingidos cerca de 1 a 2 horas após a administração. A biodisponibilidade absoluta é de 64% após administração de uma única dose de 40 mg e aumenta até 89% após administrações repetidas uma vez por dia. Para 20 mg de esomeprazol os valores correspondentes são, respetivamente, de 50% e 68%. A ingestão de alimentos atrasa e diminui a absorção de esomeprazol, no entanto, estes efeitos não têm influência significativa no efeito do esomeprazol na acidez intragástrica.

Distribuição O volume de distribuição aparente em estado de equilíbrio, em indivíduos saudáveis, é de aproximadamente 0,22 l/kg de peso corporal. O esomeprazol apresenta uma ligação às proteínas plasmáticas de 97%.

Biotransformação O esomeprazol é completamente metabolizado pelo sistema citocromo P450 (CYP). A maior parte do metabolismo do esomeprazol é dependente da CYP2C19 polimórfica, responsável pela formação dos metabolitos hidroxi- e desmetil de esomeprazol. A parte restante depende de outra isoforma específica, a CYP3A4, responsável pela formação da sulfona de esomeprazol, o principal metabolito no plasma.

Eliminação Os parâmetros abaixo mencionados refletem, principalmente, a farmacocinética em indivíduos com uma enzima CYP2C19 funcional, ou seja, metabolizadores extensos.

A depuração plasmática total é de aproximadamente 17 l/h após uma dose única e de aproximadamente 9 l/h após administrações repetidas. A semivida de eliminação plasmática é de aproximadamente 1,3 horas após administrações repetidas, uma vez por dia. O esomeprazol é completamente eliminado do plasma entre as tomas, não se verificando tendência para acumulação durante a administração de uma dose diária.

Os principais metabolitos do esomeprazol não exercem qualquer efeito sobre a secreção ácida gástrica. Quase 80% de uma dose oral de esomeprazol é excretada na urina sob a forma de metabolitos, sendo os restantes excretados nas fezes. Menos de 1% do fármaco original é detetado na urina.

Linearidade/não linearidade A farmacocinética do esomeprazol foi estudada em doses até 40 mg duas vezes ao dia. A área sob a curva de concentração plasmática-tempo aumenta com administrações repetidas de esomeprazol. Este aumento é dependente da dose e resulta num aumento mais do que proporcional à dose na AUC após administração repetida. Esta dependência do tempo e da dose deve-se a uma diminuição do metabolismo de primeira passagem e depuração sistémica, provavelmente causada por uma inibição da enzima CYP2C19 pelo esomeprazol e/ou o seu metabolito sulfona.

Populações especiais de doentes

Metabolizadores fracos Cerca de 2,9 ± 1,5% da população não possui uma enzima CYP2C19 funcional, sendo denominados metabolizadores fracos. Nestes indivíduos, o metabolismo do esomeprazol é provavelmente catalisado sobretudo pela CYP3A4. Após administração de doses repetidas de 40 mg de esomeprazol, uma vez por dia, a área média sob a curva de concentração plasmática-tempo foi cerca de 100% maior nos metabolizadores fracos do que em indivíduos com uma enzima CYP2C19 funcional (metabolizadores extensos). Observou-se um aumento do pico médio das concentrações plasmáticas de aproximadamente 60%. Estes dados não têm implicações na posologia do esomeprazol.

Género Após uma dose única de 40 mg de esomeprazol, a área média sob a curva de concentração plasmática-tempo é aproximadamente 30% mais elevada nas mulheres do que nos homens. Não se verifica qualquer diferença entre ambos os géneros após administrações repetidas uma vez por dia. Estes dados não têm implicações na posologia do esomeprazol.

Compromisso hepático O metabolismo de esomeprazol em doentes com disfunção hepática ligeira a moderada pode diminuir. A taxa metabólica é reduzida em doentes com disfunção hepática grave, dando origem a uma duplicação da área sob a curva da concentração plasmática-tempo de esomeprazol. Por conseguinte, não deve ser excedida uma dose máxima de 20 mg em doentes com disfunção grave. O esomeprazol ou os seus principais metabolitos não revelam qualquer tendência para acumulação durante a administração uma vez por dia.

Compromisso renal Não foram realizados estudos em doentes com compromisso renal. Dado que o rim é responsável pela excreção dos metabolitos do esomeprazol, mas não pela eliminação do composto original, não é previsível que o metabolismo de esomeprazol sofra qualquer alteração em doentes com compromisso renal.

Idosos O metabolismo de esomeprazol não é significativamente alterado em idosos (71 a 80 anos de idade).

População pediátrica Adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e 18 anos: Após administrações repetidas de 20 mg e 40 mg de esomeprazol, a exposição total (AUC) e o tempo para se atingir a concentração plasmática máxima (tmáx) em adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e 18 anos, foi similar aos dos adultos, para ambas as doses de esomeprazol.

5.3. Dados de segurança pré-clínica

Os dados não clínicos não revelam riscos especiais para o ser humano, segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogénico, toxicidade reprodutiva e desenvolvimento. As reações adversas não observadas durante estudos clínicos, mas constatadas em animais sujeitos a níveis de exposição similares aos níveis de exposição clínica, e com eventual relevância para a utilização clínica foram as seguintes: Os estudos de carcinogenicidade realizados no rato com a mistura racémica demonstraram casos de hiperplasia das células ECL gástricas e carcinoides. Estes efeitos gástricos observados no rato resultam de uma hipergastrinemia pronunciada e mantida, secundária a uma diminuição da produção de ácido gástrico, e são observados no rato após um tratamento a longo prazo com inibidores da secreção ácida gástrica.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1. Lista dos excipientes

Conteúdo da cápsula: Esferas de açúcar (contendo amido de milho e sacarose) Metilcelulose Talco Dióxido de titânio (E171) Monoestearato de glicerol Polissorbato 80 Laurilsulfato de sódio Copolímero de ácido metacrílico-etilacrilato Citrato de trietilo

Invólucro da cápsula: Carragenina Cloreto de potássio Óxido de ferro vermelho (E172) Dióxido de titânio (E171) Hipromelose Tinta de impressão (contendo goma-laca Shellac, hidróxido de potássio e óxido de ferro preto [E172]).

6.2. Incompatibilidades

Não aplicável.

6.3. Prazo de validade

Blister: 3 anos Frasco: 2 anos. Prazo de validade após a primeira abertura: 200 dias.

6.4. Precauções especiais de conservação

Blister: Não conservar acima de 30 °C. Conservar na embalagem de origem para proteger da humidade. Frasco: Não conservar acima de 30 °C. Conservar na embalagem de origem e manter o frasco bem fechado para proteger da humidade.

6.5. Natureza e conteúdo do recipiente

Esomeprazol Kiddir 20 mg está disponível em:

Blisters de Alumínio/Alumínio: 7, 14, 15, 28, 30, 56, 60, 90 (2x45), 98 (2x49) e 100 (2x50) cápsulas

Frascos de polietileno (PE) brancos opacos, contendo saquetas de exsicante (sílica gel) e uma tampa de polietileno (PE) com um selo inviolável: 7, 10, 14, 15, 20, 28, 30, 56, 60, 90, 98, 100 e 500 cápsulas

Esomeprazol Kiddir 40 mg está disponível em:

Blisters de Alumínio/Alumínio: 7, 14, 15, 28, 30, 56, 60, 90 (2x45) e 100 (2x50) cápsulas

Frascos de polietileno (PE) brancos opacos, contendo saquetas de exsicante (sílica gel) e uma tampa de polietileno (PE) com um selo inviolável: 7, 10, 14, 15, 20, 28, 30, 56, 60, 90, 98, 100 e 500 cápsulas

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

6.6. Precauções especiais de eliminação e manuseamento

Não existem requisitos especiais.

Administração através de tubo gástrico

1. Adicionar o conteúdo de uma cápsula a, aproximadamente, 25 ml ou 50 ml de água. (Para

alguns tubos é necessária a dispersão em 50 ml de água para evitar que os grânulos entupam o tubo). Agitar.

2. Extrair a suspensão para uma seringa e adicionar, aproximadamente, 5 ml de ar.

3. Agitar imediatamente a seringa durante, aproximadamente, 2 minutos para dispersar os

grânulos.

4. Segurar na seringa com a ponta virada para cima e verificar se a ponta não está obstruída.

5. Ligar a seringa ao tubo enquanto mantém a posição anterior.

6. Agitar a seringa e posicioná-la com a ponta virada para baixo. Injetar imediatamente 5-10 ml para dentro do tubo. Inverter a seringa após a injeção e agitar (a seringa tem de ser mantida com a ponta virada para cima para evitar que fique obstruída).

7. Rodar a seringa com a ponta virada para baixo e injetar imediatamente mais 5-10 ml dentro

do tubo. Repetir este procedimento até a seringa estar vazia.

8. Encher a seringa com 25 ml de água e 5 ml de ar e repetir o passo 6, se necessário, para

remover o sedimento que possa ter ficado na seringa. Para alguns tubos são necessários 50 ml de água.

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências locais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Sandoz Farmacêutica, Lda. Quinta da Fonte, Rua dos Malhões, nº 5, Edifício Q56 D. Pedro I, Piso 0 2770-071 Paço de Arcos Portugal

8. NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Registo nº 5903802 – 14 cápsulas. 20 mg, blister Registo nº 5903810 – 56 cápsulas. 20 mg, blister Registo nº 5904743 – 56 cápsulas. 40 mg, blister

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE

INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização: 19/05/2025 Data da renovação:

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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